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26/02/2026

O Digital Quase Acabou Com A Minha Autoestima.

O digital quase acabou com a minha autoestima.
E eu quase me perdi tentando dar certo no digital.

Eu já fiz os cursos “certos”.
Já comprei as mentorias “certas”.
Já tentei fazer do jeito “certo”.

E sabe o que eu senti?
Que eu precisava me encaixar.

Não me orientar.
Me encaixar.

A foto tinha que ser daquele jeito.
O posicionamento tinha que seguir aquele padrão.
O conteúdo precisava ter aquela estrutura.
A promessa tinha que soar daquele formato.

E se não funcionasse?
A culpa era minha.

Porque “a fórmula funciona”.
Só não funciona para quem não consegue virar outra pessoa.

Chamam de modelagem.
Mas, na prática, muitas vezes é cópia com justificativa bonita.

E cada vez que você tenta ser o que não é… um pedaço da sua autoconfiança e da sua autoestima vai embora.

Porque você começa a acreditar que:
– O jeito certo é o do outro.
– A voz certa é a do outro.
– A energia certa é a do outro.
– O sucesso tem um formato… e você não cabe nele.

O digital, que deveria ser um espaço de expressão, vira um palco de comparação.

Você abre o Instagram e vê alguém crescendo, alguém faturando, alguém com milhões de visualizações.

E sem perceber, você se diminui.
Você começa a ajustar sua essência para caber no algoritmo.
A suavizar o que te diferencia.
A copiar o que já está saturado.

E aí trava.
Não porque você não é capaz.
Mas porque você perdeu a referência interna.

Resultado não nasce da repetição perfeita da fórmula de outra pessoa.
Nasce da coerência.
Nasce quando o que você comunica está alinhado com quem você é.

Eu não precisava de mais uma estratégia.
Eu precisava parar de me abandonar para tentar dar certo.

E talvez o que esteja te travando no digital não seja falta de técnica.
Seja excesso de comparação.
Excesso de referência externa.
Excesso de tentativa de encaixe.

Grandeza não se encaixa.
Grandeza se sustenta.

E foi quando eu entendi isso que tudo começou a mudar.

Eu parei de perguntar: “Qual é a tendência agora?”
E comecei a perguntar: “O que é coerente com quem eu sou?”

Eu parei de modelar vozes e comecei a estruturar a minha.
Eu parei de tentar parecer grande e comecei a expressar a minha grandeza por dentro.
Eu reorganizei minha estrutura emocional.
Reconstruí minha confiança e autoestima
Voltei para os meus pilares.

E quando eu parei de me encaixar… eu comecei a me sustentar.

Hoje eu entendo que o digital não destrói autoestima.
Ele expõe a falta dela.
E se você não tem estrutura interior, o ambiente te desmonta.
Mas se você constrói estrutura, o ambiente vira palco.

Eu não venci o algoritmo.
Mas eu me reencontrei.

E é isso que muda tudo.

Se você sente que está travada… talvez você não esteja despreparada.
Talvez você só precise parar de tentar caber e começar a se posicionar.
Porque o digital não precisa de mais cópias.
Precisa de pessoas inteiras. E pessoas inteiras são verdadeiras.

Eu atravessei o deserto do digital sozinha e sobrecarregada, e sim, estava desistindo (cheguei a pensar em procurando um emprego). Mas foi essa travessia que me fez lembrar o que eu sempre soube… o porquê eu comecei tudo isso.

Nunca foi para ser milionária. Mas não ia achar ruim… rs

Era por liberdade de um estilo de vida somado à vontade verdadeira de fazer a diferença na vida do maior número de pessoas que eu pudesse alcançar.

E cá estou eu… recalculei a rota e sigo firme no meu propósito.

Por último um segredo: se não fosse a minha autoestima, eu teria me quebrado por dentro por não ter decolado no digital.

Por mim,
Silvia Parreira

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