Google Tag

Google Tag Manager out22

Face

27/02/2026

Por Que Você Não Consegue Decidir?

Por que você não consegue decidir?

Você diz, pensa ou acredita que não sabe o que quer.
Mas, na maioria das vezes, isso não é verdade.
Você sabe. E sabe lá no fundo que sabe.
Você só tem medo.

1. Você não decide porque tem medo.

O medo confunde.
O medo cria excesso de análise.
O medo faz você buscar mais informação.
O medo faz você pedir mais opinião.
O medo você esperar o momento perfeito.
O medo não quer que você escolha errado.
Mas, principalmente, ele não quer que você sinta dor.
Então ele paralisa.
Enquanto o medo não for reconhecido, ele vai continuar disfarçado de “prudência”, “calma”, “preciso pensar melhor”.

Mas não é pensamento demais.
É medo demais.
E toda vez que o medo dita sua vida, você se afasta da sua própria autoridade, de quem sabe, de quem governa a si, seus desejos e de quem confia nas próprias escolhas.


2. Você não decide porque tem medo de se sentir culpado.

Não é só medo de errar.
É medo de carregar o peso do erro.
Você não teme apenas a consequência prática.
Você teme o julgamento interno.
A voz que dirá:
“Eu sabia.”
“Você estragou tudo.”
“Era melhor ter ficado onde estava.”
E o pior de todos, o medo do julgamento externo.

Muitas pessoas não evitam decisões por falta de clareza.
Elas evitam porque não suportam a possibilidade de se culpar depois.
Então preferem a dúvida permanente à responsabilidade da escolha.

Mas existe uma verdade incômoda aqui:
Não decidir também é uma decisão.
E normalmente é a decisão mais cara.


3. No fundo, tudo volta para autoconfiança.

Medo e culpa só dominam quem não confia em si.
Porque uma pessoa confiante entende algo essencial: não existe decisão perfeita. Existe decisão assumida.
Não existe garantia. Existe capacidade de lidar com as consequências.

Autoconfiança não é ter certeza do futuro.
É confiar que, qualquer que seja o cenário, você saberá se posicionar.
Você não precisa ter controle sobre os próximos anos. Você só precisa confiar que saberá se reconstruir, ajustar, recalcular.

A ausência de decisão não é falta de inteligência.
É falta de autoconfiança emocional para sustentar a própria escolha.
E enquanto você continuar esperando ter 100% de certeza, continuará vivendo a 50% de potência.

Talvez a pergunta não seja: “Qual é a decisão certa?”
Talvez a pergunta real seja: “Eu confio em mim o suficiente para sustentar a decisão que eu tomar?”

Porque quando a confiança vem, a decisão deixa de ser um peso.
Ela vira movimento.
E movimento sempre traz clareza.

Por mim
Silvia Parreira

Será Que Você Quer Mesmo O que Você Acha Que Quer?

Tem se esforçado e não tem obtido resultados concretos? É aqui que você precisa se questionar!

Será que você quer mesmo o que você acha que quer?
ou
Você continua querendo o que sabe o que quer?
ou ainda
Será que você continua querendo o que sabe que NÃO quer mais?

Quando se tem uma meta, um sonho ou um desejo, não importa o nome, você tem que se questionar se:

1. Essas metas/sonhos/desejos são realmente suas ou você só achou que deveriam ser?
Às vezes, e só às vezes, queremos o sonho dos outros para nós.

2. Quem você precisa se tornar para cumprir essas metas/sonhos/desejos — e por que ainda não se tornou?
É sobre identidade.
É sobre SER para TER (e nunca o contrário)

3. O que dentro de você não concorda com essas metas/sonhos/desejos?
É sobre autorespeito, integridade e verdade interna.

4. Se isso fosse realmente importante para você, sua agenda estaria do jeito que está?
É sobre prioridade

5. Você quer mesmo essa meta/sonho/desejo… ou quer só a sensação de dizer que quer?
Uma questão que precisa ser encarada.


Por mim, Silvia Parreira

26/02/2026

A Grandeza Não Permite Incoerência

 

A Grandeza Não Permite Incoerência

Existe algo dentro de você que não aceita certas mentiras.

Uma força silenciosa, mas firme.

Uma presença interna que sabe — mesmo quando você tenta esquecer.

A sua grandeza interior não permite que você se sinta incapaz.

Não permite que você se sinta indigno.

Não permite que você se sinta infeliz por viver desconectado de si mesmo.

Quando esses sentimentos dominam, não é porque você é pequeno.

É porque você está incoerente com aquilo que é grande dentro de você.

Grandeza não é ego. É alinhamento.

Grandeza é coerência entre o que você é,

o que sente,

o que escolhe

e o que sustenta.

É por isso que a dor aparece quando você se abandona.

Não como castigo,

mas como sinal.

A infelicidade não nasce da falta.

Ela nasce da distância entre quem você é por dentro e a vida que você está levando por fora.

Vivemos em um mundo que estimula o consumo, mas empobrece o sentido.

Que oferece distração, mas retira presença.

Que conecta telas e desconecta pessoas.

Pessoas cheias de coisas, mas vazias de si.

Rodeadas de gente, mas profundamente solitárias.

Voltar para dentro não é isolamento. É fundação.

Quando você retorna à sua essência,

você não se afasta do mundo —

você passa a habitá-lo com verdade.

A grandeza interior pede três coisas simples e exigentes:

  1. consciência para se enxergar,

  2. dignidade para não se diminuir,

  3. responsabilidade para escolher com verdade.

Sem isso, não há grandeza possível.

Há apenas sobrevivência emocional.

E é justamente por isso que eu levanto essa bandeira: não para criar pessoas “melhores” aos olhos do mundo, mas pessoas inteiras por dentro.

Porque só quem é inteiro consegue construir algo grandioso com o outro.

Só quem está alinhado consigo cria relações profundas.

Só quem honra a própria grandeza reconhece a grandeza alheia.

A grandeza começa dentro.

Mas ela não termina aí.

Ela transborda.

Ela eleva.

Ela cria vínculos reais em um mundo de relações descartáveis.

✨ Ser grande não é conquistar mais.

É abandonar menos a si mesmo.

E quando você volta para dentro, o mundo deixa de ser um lugar de consumo e passa a ser um espaço de criação, presença e verdade.

Essa é a grandeza que eu defendo.

Essa é a grandeza que sustenta a felicidade.

Essa é a grandeza que o mundo precisa lembrar.

É para quem esqueceu ou sabota a própria Grandeza, ofereço dois caminhos junto comigo:

  1. Assinatura a minha Newsletter  no Substack aqui

  2. Faça parte do meu Universo e gravite em torno de pessoas que buscam sair da inversão.

Por mim

Silvia Parreira

O Digital Quase Acabou Com A Minha Autoestima.

O digital quase acabou com a minha autoestima.
E eu quase me perdi tentando dar certo no digital.

Eu já fiz os cursos “certos”.
Já comprei as mentorias “certas”.
Já tentei fazer do jeito “certo”.

E sabe o que eu senti?
Que eu precisava me encaixar.

Não me orientar.
Me encaixar.

A foto tinha que ser daquele jeito.
O posicionamento tinha que seguir aquele padrão.
O conteúdo precisava ter aquela estrutura.
A promessa tinha que soar daquele formato.

E se não funcionasse?
A culpa era minha.

Porque “a fórmula funciona”.
Só não funciona para quem não consegue virar outra pessoa.

Chamam de modelagem.
Mas, na prática, muitas vezes é cópia com justificativa bonita.

E cada vez que você tenta ser o que não é… um pedaço da sua autoconfiança e da sua autoestima vai embora.

Porque você começa a acreditar que:
– O jeito certo é o do outro.
– A voz certa é a do outro.
– A energia certa é a do outro.
– O sucesso tem um formato… e você não cabe nele.

O digital, que deveria ser um espaço de expressão, vira um palco de comparação.

Você abre o Instagram e vê alguém crescendo, alguém faturando, alguém com milhões de visualizações.

E sem perceber, você se diminui.
Você começa a ajustar sua essência para caber no algoritmo.
A suavizar o que te diferencia.
A copiar o que já está saturado.

E aí trava.
Não porque você não é capaz.
Mas porque você perdeu a referência interna.

Resultado não nasce da repetição perfeita da fórmula de outra pessoa.
Nasce da coerência.
Nasce quando o que você comunica está alinhado com quem você é.

Eu não precisava de mais uma estratégia.
Eu precisava parar de me abandonar para tentar dar certo.

E talvez o que esteja te travando no digital não seja falta de técnica.
Seja excesso de comparação.
Excesso de referência externa.
Excesso de tentativa de encaixe.

Grandeza não se encaixa.
Grandeza se sustenta.

E foi quando eu entendi isso que tudo começou a mudar.

Eu parei de perguntar: “Qual é a tendência agora?”
E comecei a perguntar: “O que é coerente com quem eu sou?”

Eu parei de modelar vozes e comecei a estruturar a minha.
Eu parei de tentar parecer grande e comecei a expressar a minha grandeza por dentro.
Eu reorganizei minha estrutura emocional.
Reconstruí minha confiança e autoestima
Voltei para os meus pilares.

E quando eu parei de me encaixar… eu comecei a me sustentar.

Hoje eu entendo que o digital não destrói autoestima.
Ele expõe a falta dela.
E se você não tem estrutura interior, o ambiente te desmonta.
Mas se você constrói estrutura, o ambiente vira palco.

Eu não venci o algoritmo.
Mas eu me reencontrei.

E é isso que muda tudo.

Se você sente que está travada… talvez você não esteja despreparada.
Talvez você só precise parar de tentar caber e começar a se posicionar.
Porque o digital não precisa de mais cópias.
Precisa de pessoas inteiras. E pessoas inteiras são verdadeiras.

Eu atravessei o deserto do digital sozinha e sobrecarregada, e sim, estava desistindo (cheguei a pensar em procurando um emprego). Mas foi essa travessia que me fez lembrar o que eu sempre soube… o porquê eu comecei tudo isso.

Nunca foi para ser milionária. Mas não ia achar ruim… rs

Era por liberdade de um estilo de vida somado à vontade verdadeira de fazer a diferença na vida do maior número de pessoas que eu pudesse alcançar.

E cá estou eu… recalculei a rota e sigo firme no meu propósito.

Por último um segredo: se não fosse a minha autoestima, eu teria me quebrado por dentro por não ter decolado no digital.

Por mim,
Silvia Parreira

A Mulher Forte Que Está Cansada De Ser Forte

 


“Você é forte, você consegue.”


Eu ouvi essa frase nos últimos 4 meses repetidamente.
E eis o que eu penso honestamente sobre ela:

Essa é a frase que dizem quando uma mulher está à beira do colapso.

Como se força fosse um botão. Como se dor fosse frescura. Como se cansaço fosse incompetência emocional.

Chamar uma mulher fragilizada de forte, naquele momento, não é apoio. É de certa forma, transferência de responsabilidade.

É dizer: “Eu não sei lidar com a sua dor, então vou te devolver para a sua imagem de guerreira.”
Existe uma violência sutil nessa frase. Porque quando dizem “você é forte”, muitas vezes estão dizendo: “Não desmorone na minha frente.” “Não complique.” “Não me faça lidar com isso.”

Só que força não é ausência de vulnerabilidade. Força não é nunca chorar. Força não é aguentar tudo calada.

Força também é poder dizer: “Eu não estou bem.” “Eu não estou conseguindo.” “Hoje eu não dou conta.”


O problema é que a sociedade ama mulheres fortes. Mas não sabe acolher mulheres humanas.

A mulher forte trabalha. Ela cuida. Ela sustenta. Ela organiza. Ela resolve. Ela aguenta.

Mas quem sustenta a mulher que sustenta tudo?

A mulher forte virou um lugar de aprisionamento. Porque ela não pode falhar. Não pode cansar. Não pode pedir ajuda. Não pode quebrar.

E quando quebra? Ainda escuta: “Mas você sempre foi tão forte…”

Talvez o apoio real não seja lembrar a mulher da força que ela já demonstrou. Talvez o apoio real seja oferecer colo. Silêncio. Presença. Escuta.

Talvez seja dizer: “Você não precisa ser forte agora. Eu estou aqui.”

Porque às vezes, o que uma mulher precisa não é que a lembrem do quanto ela aguenta. É que a permitam descansar da obrigação de aguentar tudo.

E isso… isso também é uma forma de força.

A camada que ninguém quer ver da “mulher forte”


Existe uma solidão que não é só emocional.

É estrutural.

É quando a mulher não está apenas triste.

Ela está desorganizada por dentro.

A mente confusa.

O corpo exausto.

O emocional em frangalhos.

E ainda assim… ela precisa continuar.

Porque não tem para quem ligar.

Não tem quem resolva por ela.

Não tem quem segure a casa, o trabalho, os filhos, as contas, a própria sanidade.

Ela precisa se reorganizar — mas não sabe como.

E o pior: precisa descobrir como sozinha.

Não é aquela solidão dramática de filme.

É uma solidão prática.

É acordar e pensar: “Eu não sei o que fazer.” Mas levantar mesmo assim.

É precisar tomar decisões importantes com a mente embaralhada. É ter que ser racional quando está emocionalmente devastada. É ter que produzir quando está psicologicamente quebrada.

E ninguém vê.

Porque por fora ela ainda funciona.

Ela paga boletos. Ela responde mensagens. Ela vai trabalhar. Ela resolve problemas.

Por dentro, ela está tentando juntar pedaços que nem entende direito como quebraram.

E quando dizem: “Você é forte, você consegue.”

Não percebem que ela não quer provar que consegue. Ela queria, por alguns dias, não precisar conseguir.

Ela queria ter a opção de desmoronar sem que tudo ao redor desmoronasse junto.

Mas não tem.

Então ela faz o que sempre fez: Se vira.

Mesmo sem clareza. Mesmo sem estrutura. Mesmo sem apoio. Mesmo sem saber exatamente qual é o próximo passo.

Essa é a camada mais profunda da mulher forte: Ela continua não porque está pronta. Não porque sabe. Não porque é inabalável.

Ela continua porque parar não é uma opção.

E essa não é uma romantização da força.

É um retrato cru da sobrevivência.



Tão ruim quanto ouvir que você é forte e vai conseguir, São os conselhos:
Precisa de um  mindset novo agora
É só lembrar o quanto você já superou
Você precisa procurar ajuda psicológica
Não tente resolver a sua vida inteira, um cômodo por vez.
Você precisa de uma nova rotina
Você precisa de disciplina
Você precisa descansar, fazer nada. Solta tudo.
O que o Tarot diz? Já leu as cartas?
Você precisa beber água
Você precisa fazer uma lista de decisões
Você precisa de micro-ações.
Você precisa esvaziar a sua cabeça
Você precisa perguntar para si mesma o que você quer

Deixa eu falar e sem ofensas se você foi uma dessas pessoas que mandou eu ser forte e agora está lendo isso aqui…

Não é sobre organização.

Não é sobre disciplina mínima.

Não é sobre terapia.

Não é sobre pausa.


É sobre exaustão da personagem heróica que você insistem em manter
A mulher forte quer não precisar mais ser forte.

Ela quer que a exigência acabe.

Porque o que dói não é a dificuldade.

É a “obrigação” constante de sustentar tudo.


E aqui está o ponto delicado:

Enquanto ela ainda acredita que precisa ser forte, ela não vai soltar a armadura da heroína forte.
Ela vai rejeitar ajuda. Vai rejeitar colo. Vai rejeitar descanso.

Porque para ela, soltar parece perigoso. Parece irresponsável. Parece fraqueza. Parece que tudo vai desmoronar.

Então, sim — existe um ponto de exaustão.

Existe um dia em que a força vira peso. Em que a identidade de “a que aguenta tudo” fica insuportável. Em que manter a postura dói mais do que cair.

E quando esse ponto chega, não é bonito. Não é elegante. Não é inspirador.

É um colapso interno.

Mas é ali que nasce a clareza.

Porque quando ela finalmente se cansa de ser forte, ela percebe uma coisa devastadoramente libertadora:

Ela nunca precisou ser forte o tempo todo. Ela só nunca se permitiu não ser.

A clareza não vem antes da exaustão. Ela vem depois que a personagem cai.

E talvez a única frase honesta que essa mulher precise ouvir não seja um conselho.

Seja isso:

“Você não é forte. Você está cansada. E isso é humano.”

Não existe solução mágica aqui. Existe maturidade emocional.

Ser forte não é aguentar tudo. É saber quando a força virou armadura. E ter coragem de tirá-la.

E às vezes, a mulher só vai conseguir tirar a armadura quando ela pesar demais.

Não é sobre ensinar. Não é sobre orientar. É sobre permitir que a exaustão revele a verdade.

E a verdade é simples:

Você não nasceu para ser forte. Você nasceu para ser inteira.
E inteireza inclui cansaço, inclui fragilidade, inclui dizer: “Eu não aguento mais.”


Por favor, não digam a uma mulher forte que ela precisa ser forte ou que vai conseguir.
Não romantize a força de quem já não aguenta sequer rastejar pela vida e mesmo assim, quando a alma e o corpo não mais aguentam ela sabe que ainda vai precisar seguir em frente.

Diga para desistir dessa força dessa heroína, dessa personagem que ela vestiu, que sustenta tudo e que precisa sobreviver sendo o pliar de tudo e todos.

Diga para ter consciência da própria exaustão, mesmo que parar não seja uma opção.

Diga para não ser prisioneira desse estigma de força

Diga  para ela ser sábia
Na sabedoria a lição é aprendida.
Na sabedoria a memória consegue ser restabelecida, ela se lembra de quem ela é e talvez deixou de ser por precisar ser forte.
É se reconhecer como luz, amor e volta para a própria integridade,
Ser integra é ser inteira de todas as suas  partes dissolvidas pelos caminhos que trilhou até aqui, partes essas que na luz da consciência sábia se juntam, se reestabelecem.
Ser sábia não é  transformar nada, é só buscar o que ela realmente é.
Ser sábia é entrar em contato com a própria grandeza interior, e reconhecer quem é e poder dizer… essa sou eu.
É sobre o que nunca nada nem ninguém pode tirar dela e sobre o que nada diferente disso precisa ser.
É estar em paz… mesmo não sendo forte e não conseguindo ver, decidir ou agir. Por mim, Silvia Parreira

AUTOCONFIANÇA

AUTOCONFIANÇA
Clube De Assinatura